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Segunda-feira, Abril 28, 2008

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Quarta-feira, Março 19, 2008



CONTRAMÃO


O que faz na supervia,
se na vicinal e não na avenida
foi que ergueu a sua ermida?

O que faz na supervia,
de trânsito tão intenso,
o seu motor quase silêncio?

O que faz na supervia
com banners e templates
quando a palavra é seu deleite?


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Sábado, Março 08, 2008



1° tempo:

Há 200 anos, com Napoleão em seu calcanhar, a corte portuguesa se transferiu para os lados de cá do atlântico. E Pindorama logo deixa de ser uma simples colônia para se transformar em Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e a cidade do Rio de Janeiro, de burgo litorâneo, se torna a capital do Império Lusitano. Um salto cosmopolita e tanto. Mas nesta tropical realeza havia uma mácula: a realidade escravocrata.

Intervalo:

(Estou entrando no ritmo de novo. Acho que acabo o jogo numa boa.)

2° tempo:

E viva o Dia Internacional das Mulheres, que deveria ser comemorado em dobro, numa justíssima homenagem àquelas que enfrentam uma dupla jornada de trabalho em sua rotina diária.


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Quarta-feira, Março 05, 2008



To post or not to post? Pois é. O fato é que perdi o ritmo, o jeito, a manha. Tempão parado dá nessas coisas. Por isso, peço paciência a quem lê este acontece o seguinte. Poço garantir, ao menos, que estou me esforçando para entrar em forma novamente. Apesar de não me considerar um craque insubstituível, gosto do jogo e não vejo a hora de dar meus bicões pra valer na bola. Conto com a torcida de vocês.


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Sábado, Março 01, 2008



Agora com uma conexão de Internet decente (deixa eu bater na madeira: toc, toc), estou de volta ao pedaço. Justamente no dia do aniversário da minha gostosíssima cidade do Rio de Janeiro. Quem diria... 443 anos, mas com um corpinho de vinte.


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Segunda-feira, Fevereiro 11, 2008



Hora de comer, comer. Hora de dormir, dormir. Hora de descansar, descansar. Hora de trabalhar, pernas pro ar que ninguém é de ferro!!!!! (Ascêncio Ferreira)


ps: o acesso à internete anda lento e o blogueiro idem.


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Quarta-feira, Fevereiro 06, 2008



Marcha da Quarta- feira de Cinzas

(Carlos Lyra e Vinicius de Moraes)

Acabou nosso carnaval, ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações saudades e cinzas foi o que restou
Pelas ruas o que se vê é uma gente que nem se vê
Que nem se sorri, se beija e se abraça
E sai caminhando, dançando e cantando cantigas de amor
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade
A tristeza que a gente tem qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir, voltou a esperança
É o povo que dança, contente da vida feliz a cantar
Porque são tão tantas coisas azuis, há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar que a gente nem sabe
Quem me dera viver pra ver e brincar outros carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz.


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Domingo, Fevereiro 03, 2008



( Sob as ordens de Momo até quarta-feira. Ou depois, dependendo da evolução do meu bloco pelas ruas.)


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Terça-feira, Janeiro 29, 2008



Demorou, mas retornei aos bits e códigos que insistem em me enganar se passando por letras. // Até o momento que escrevo, parlamentares brasileiros, que para lá foram a trabalho, ainda não haviam conseguido retornar da Antártida, por causa das condições climáticas adversas do continente gelado. Situação desagradável, bem sabemos, nós que constantemente entramos em cada fria por causa deles. // Já em ritmo de folia, uma dica de higiene cultural: quem estiver a fim de lavar a alma, mas lavar mesmo, de verdade, vá correndo assistir o musical Sassaricando, em cartaz no teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, Rio de Janeiro, GB. (Não está na cidade? Vem pra cá, então!)


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Domingo, Janeiro 20, 2008



A cidade do Rio de Janeiro repete simbolicamente a imagem clássica de São Sebastião: as mãos sobre a cabeça, atadas a um tronco. Duas flechas estão cravadas em seu peito e uma terceira em sua perna. A primeira das flechas desferidas contra a cidade foi em 1960, com a transferência da capital do país para Brasília; a segunda, em 1975, com o decreto ditatorial que acabou com a sua condição de cidade-estado. As agressões que vem sofrendo desde então podem ser representadas pela flecha na perna. Caso sobreviva às duas primeiras flechadas, corre ainda o risco de manquejar definitivamente. Assim, de mãos atadas, sem dispor mais de autonomia, a cidade tem sido uma vítima fácil. Hoje, dia de seu padroeiro, o Rio deve pedir ajuda ao santo para liberta-se desse martírio. A restauração da autonomia da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro seria um verdadeiro milagre para os cariocas.


Republicação do post de 20/01/2006


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Terça-feira, Janeiro 15, 2008



Fui à esquina e já volto. E essa esquina se chama ócio. Enquanto isso, não mudem de canal, continuem comentando e divirtam-se com os posts do arquivo. Embora não haja nenhuma garantia de que sejam engraçados. Dia de São Sebastião, padroeiro da minha amantíssima cidade, tô na área de novo.


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Terça-feira, Janeiro 08, 2008



PERIGO


Não há blecaute no lume
da coruscante cabeça,
talvez cobalto, césio,
na sempiterna acesa.

Contamina-se de repouso
esta guarita moderna?
Fanática verticalidade,
imunológica, preserva-se.

Evocam fins pacíficos:
na vigília há procura.
Não irradie o excesso,
o atômico acesso de angústia.


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Sexta-feira, Janeiro 04, 2008



As festas acabaram? Acho que seria uma precipitação dizer que já apertamos a tecla de pausa, para só liberá-la logo mais à frente no carnaval. De fato acontece o seguinte: há os incansáveis, os imbatíveis, que continuam bombando desde o ano novo. Melhor dizendo, desde sempre. Um observador distante, um alien qualquer, os definiria – e a todos nós, por extensão – dessa maneira: não sei se são felizes, mas que fazem um barulhão danado, isso fazem.


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Sexta-feira, Dezembro 28, 2007

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Quarta-feira, Dezembro 26, 2007





Hoje eu recebi esse selo do Aluísio Sabino. Já o havia recebido também, dias atrás, da Chuvinha. Só não o coloquei antes porque acontece o seguinte: em matéria de html sempre cometo as maiores atrapalhadas. Da primeira vez, cliquei com o botão direito sobre o selo para copiá-lo e não hora de colá-lo no meu blog saiu tudo errado. Apareceu uma porção de códigos estranhos. Acho que na hora de selecionar e clicar não fiz a coisa direito. Acho, não. Tenho certeza. Depois da segunda indicação, pra não parecer que sou desligado e desdenhoso, quebrei a cabeça, pedi auxílio a quem manja do assunto e mandei ver. Dessa vez com sucesso. Quero agradecer aos dois amigos o carinho da indicação. Sanadas as minhas confusões, levo a brincadeira adiante indicando como ganhadores do selo os seguintes blogs:

divinosenãofossehumano
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blogdobetho
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