Postado por Homero Montenegro
às 12:16 PM
CONTRAMÃO
O que faz na supervia,
se na vicinal e não na avenida
foi que ergueu a sua ermida?
O que faz na supervia,
de trânsito tão intenso,
o seu motor quase silêncio?
O que faz na supervia
com banners e templates
quando a palavra é seu deleite?
Postado por Homero Montenegro
às 8:40 AM
1° tempo:
Há 200 anos, com Napoleão em seu calcanhar, a corte portuguesa se transferiu para os lados de cá do atlântico. E Pindorama logo deixa de ser uma simples colônia para se transformar em Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e a cidade do Rio de Janeiro, de burgo litorâneo, se torna a capital do Império Lusitano. Um salto cosmopolita e tanto. Mas nesta tropical realeza havia uma mácula: a realidade escravocrata.
Intervalo:
(Estou entrando no ritmo de novo. Acho que acabo o jogo numa boa.)
2° tempo:
E viva o Dia Internacional das Mulheres, que deveria ser comemorado em dobro, numa justíssima homenagem àquelas que enfrentam uma dupla jornada de trabalho em sua rotina diária.
Postado por Homero Montenegro
às 11:57 AM
To post or not to post? Pois é. O fato é que perdi o ritmo, o jeito, a manha. Tempão parado dá nessas coisas. Por isso, peço paciência a quem lê este acontece o seguinte. Poço garantir, ao menos, que estou me esforçando para entrar em forma novamente. Apesar de não me considerar um craque insubstituível, gosto do jogo e não vejo a hora de dar meus bicões pra valer na bola. Conto com a torcida de vocês.
Postado por Homero Montenegro
às 11:07 AM
Agora com uma conexão de Internet decente (deixa eu bater na madeira: toc, toc), estou de volta ao pedaço. Justamente no dia do aniversário da minha gostosíssima cidade do Rio de Janeiro. Quem diria... 443 anos, mas com um corpinho de vinte.